Entradas do Outubro 2008

VAMOS RESSUSCITAR A BARRAGEM??

Outubro 7, 2008 · 15 Comentários

Já tivemos uma barragem com mais de 100 atletas inscritos e jogando. Depois fomos desanimando e a barragem está suspensa este ano. Não digo que acabou, mas está nos últimos suspiros…

Parece que o pessoal foi encontrando outros locais para jogar, conseguiu novos parceiros e nossa barragem esfriou. Aproveitando que encerramos no sábado passado o 7º LEXMARK, acho que é hora de ver quem gostaria de voltar a jogar pela Barragem e se é interessante reativá-la.

A bola está com vocês. Comentem e se apresentem. Vamos ver o que acontece…

O QUE TEMOS POR ENQUANTO:

1. LÚCIO MENEZES (A)
2. LÚCIO HENRIQUE (A)
3. MIRIAN MENEZES (B)
4. EDINHO (A)
5. LUIZ JUPITER (A)
6. RUY JUNIOR (C)
7. LUIZ ARAÚJO (C)
8. LUCAS KUBISZESKI (D)
9. JÚLIO PEREIRA (C)
10. ANTÔNIO SOUSA (D)
11.

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Lucinho leva melhor e é campeão

Outubro 7, 2008 · 2 Comentários

A final da Classe A foi motivo para muitas, boas e interessantes conversas. No confronto pai e filho, as torcidas se dividiram e tomaram posições. Houve quem apoiasse o “veinho”, a ser respeitado pelo filho, e quem incentivasse o filho, digno de ter a oportunidade de se afirmar vencendo o duelo com o pai.

Pois é, o filho venceu… E com autoridade – 6/0 e 6/3. Mostrou que tem força mental e coragem para superar dificuldades e pressões emocionais.

No meio das conversas e das naturais gozações, a tônica era de que eu, o pai, teria feito corpo mole e não teria jogado com vontade de vencer. Em outras palavras, tinha entregado o jogo. Claro que não foi o que aconteceu. Fosse isto verdade, representaria um desrespeito pela vitória do Lucinho – correta e merecida. Ele venceu porque, naquele dia, foi melhor.

Encontrei em meus arquivos um texto muito bem escrito sobre uma situação parecida que vou compartilhar com vocês. Nele está registrado, de forma perfeita, o que penso sobre a responsabilidade dos pais na formação do caráter dos filhos.

Com este texto expresso minha alegria por ter jogado a final do LEXMARK com meu filho, feliz pela competência dele em vencer o jogo sem precisar de “minha ajuda”. Creio que assim ele estará mais preparado para os jogos e lutas da vida, onde as regras devem ser obedecidas, vencendo o melhor.

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Os pênaltis da vida  

Luiz Carlos Prates, Diário Catarinense de 20/01/2002 

 

       

 

Cena comum. Urbana. O filho pega a bola e vem pedir ao pai que jogue com ele. O filho é goleiro, tem seis anos e mal pode com o peso das chuteiras. Mesmo que seja uma chatice, o pai diz que sim, que vai jogar. Pai que é pai tem que participar, não é assim? E lá vai o pai. O filho no gol, quieto. O pai chuta a primeira, bem fraquinha, rasteira, mas nas mãos do filho. Aí campeão, grita o parvo pai. Segundo chute. Rasteiro, fraquinho e nas mãos do filho. Aí Dida, volta a gritar o parvo do pai. Terceiro chute. Pra fora. O pai faz fita. E por aí vai o jogo. Lá pelas tantas, o jovem goleiro satura-se. Ele “sabe” que já é melhor que o Dida que ele nem conhece…

Então quer driblar. E parte para o pai. E o pai toma dribles desconcertantes. Chega a cair sentado. Pôxa, você é o Marcelinho, garoto. E segue o jogo nessa encenação ridícula.

O que há? Simples. O pai quis ser “amigão”, não quis chutar forte no Dida, uma finta que ele não quis derrubar o menino. Como paizão não pode matar o entusiasmo do guri pelo futebol, não pode levá-lo a pensar que é um frangueiro de fraldas. Nada disso. Então, tome enganação. Enganação? Os psicólogos estão dizendo que quem está se enganando é o pai. O guri sabe que o pai chuta mais forte, que sabe driblar. Pôxa, e o garoto que tanto queria aprender com o pai, acaba descobrindo que o pai é um trapaceiro. Um trapaceiro que faz força para perder, que não joga o que pode e sabe.

Esse tipo de conduta “pedagógica” dos pais está sendo duramente criticada por psicólogos arejados. E estão certos, afinal, esta conduta “boazinha” do pai leva os filhos a entender erradamente que para vencer pode-se contar com a ajuda imoral dos pais. As crianças vão aprender que é válido burlar as leis, enganar, tapear. E não vale o argumento de que o pai só não queria desmotivar o filho pequeno… Claro que o pai não vai chutar a bola no filho de seis anos com a força de um torpedo do Edmundo, mas também não deve chutar fraquinho e nas mãos.

É sutil, entende, leitor? O pai tem que ensinar que tanto no jogo quanto na vida há regras, limites, ética. Sendo ajudado desde cedo, o filho crescerá para ser sempre ajudado nas horas dos pênaltis da vida. Vida e jogos são um encontro de regras e limites. Deve vencer o melhor. É ético. É isso que o paizão deve ensinar. Até o dia em que o filho o deixará iluminadamente feliz, mostrando ao pai que ele já sabe jogar. Aprendeu sem ter recebido bolas fraquinhas e nas mãos. Os filhos aprendem com regras e com ética. E com bons exemplos.


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Resultados

Outubro 6, 2008 · 3 Comentários

A festa das finais do 7º LEXMARK OPEN foi um sucesso. Veja as fotos dos campeões e vices:

(clique na foto para ver o álbum completo do 7º LEXMARK)

CLASSE D

GUSTAVO ALECRIN, CAMPEÃO
ANTÔNIO SOUSA, VICE

CLASSE C

TIAGO BOVÉRIO, CAMPEÃO
VALDEMIR SILVA, VICE

CLASSE B

DANIEL TEIXEIRA, CAMPEÃO
JASON PAIM, VICE

CLASSE A

LUCIO HENRIQUE MENEZES, CAMPEÃO
LUCIO MENEZES, VICE

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Programa da festa

Outubro 2, 2008 · 4 Comentários

9H – LM TÊNIS – FINAL DA CLASSE C

TIAGO BOVÉRIO X VALDEMIR SILVA

9H – TÊNIS MaiZ – FINAL DA CLASSE B 

JASON PAIM X DANIEL TEIXEIRA

10H30 – TÊNIS MaiZ – FINAL DA CLASSE A 

LUCIO MENEZES X LUCIO HENRIQUE

12H – TÊNIS MaiZ – JOGO APRESENTAÇÃO:

LUCAS SANTA ANA X MARCIO BOECHAT (PRO SET)

14H – TÊNIS Maiz – PREMIAÇÃO

14H30 – BANDA REGGAE

 

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Recordando

Outubro 2, 2008 · Deixe um comentário

Um pouco de história


O já tradicional torneio Lexmark Open começou em outubro de 2002.
Surgiu de algumas conversas despretensiosas do Izaias com o Dr. Leonel, presidente da Lexmark do Brasil. A proposta foi ganhando corpo e acabou por se concretizar.
Foi um torneio que já iniciou movimentando mais de 80 atletas e reuniu, nas finais, cerca de 200 pessoas. A festa de encerramento aconteceu na casa do Vander Ribeiro, com direito a música ao vivo (vocal e instrumental), passeio de barco pelo lago Paranoá, piscina e churrasco à vontade.

 

Dr. Leonel, ao lado do Izaias, agradece e entrega prêmios

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Camiseta do torneio

Outubro 1, 2008 · 1 Comentário

Pedimos aos atletas inscritos na festa de encerramento que venham utilizando a camiseta do torneio. É a melhor forma de agradecer o patrocínio da empresa LEXMARK ao torneio. Um bom ambiente, uma festa animada, jogos de qualidade e farta divulgação da marca da empresa podem ajudar na manutenção do apoio no próximo ano.

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Mais um finalista definido

Outubro 1, 2008 · Deixe um comentário

A classe C já tem seu primeiro finalista – Valdemir R. Silva. Em jogo realizado ontem, na LM Tênis, Valdemir venceu de virada Luiz em parciais de 4/6, 6/2 e 11/9. Aguarda agora o vencedor da outra semifinal entre Joel Pereira e Tiago Bovério.

A final está marcada para sábado, 04/10, às 9h na LM Tênis.

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Fotos

Outubro 1, 2008 · Deixe um comentário

Alguns momentos interessantes do LEXMARK OPEN. Nossos atletas e torcedores sáo os artistas!

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